Nesta página, periodicamente, os torcedores poderão conferir entrevistas exclusivas feitas pela equipe da Sempre Flu com personalidades ligadas ao Fluminense. Não deixe de conferir no final da página as entrevistas anteriores.


Entrevistado: Assis e Whashington
Por: Caio Barbosa Martins (01/07/2002)

A rápida e informal entrevista se deu após o almoço promovido pela Sabedoria Tricolor, que homenageou os três eternos craques do Fluzão. A realização deste evento, é bom que se diga, se deveu à grande dedicação do conselheiro Philippe Von Buren, que se esmerou em conseguir um t empo nas agendas de todos, principalmente na do Assis, para comparecerem à homenagem que se realizou em julho passado.

Quando o baixinho Romário, o novo ídolo tricolor, começou a encantar
o país com seu futebol, em meados da década de 80, quem dava as cartas no
futebol carioca era a famosa dupla que ficou conhecida como "Casal 20", em
alusão a um seriado de tevê da época.
O paulistano Assis e o baiano Washington se conheceram no
Internacional, que foi campeão gaúcho em 81, foram bicampeões paranaenses
pelo Atlético nos dois anos seguintes, e chegaram ao Fluminense no segundo
semestre de 1983 para realizarem um sonho de infância.
- Para quem ficava no fundo do quarto com o pai, fazendo esforço
para sintonizar uma rádio para ouvir os jogos, ser tricampeão carioca e
campeão brasileiro é uma sensação indescritível. Infelizmente o meu pai já
havia falecido e não teve o prazer de me ver dando quatro títulos ao
Tricolor - contou o "carrasco" Assis, que ganhou o apelido por ter feito os
gols dos títulos estaduais de 83 e 84 em cima do maior rival, o Flamengo.
Os dois atualmente moram em Curitiba. Washington é empresário de
jogadores e Assis divide seu tempo entre a capital paranaense e a cidade de
Marechal Floriano (ES), onde é coordenador de esportes da prefeitura local.
Eles se encontraram no Rio de Janeiro para as comemorações do Centenário do
Fluminense e não se cansavam de relembrar histórias do tempo em que levavam
milhares de torcedores ao Maracanã.
- Uma vez que eu encontrei o Raul (Plasmann, que foi o goleiro do
Flamengo na decisão de 83) em um restaurante e ele me perguntou pelo Assis.
Eu falei que ele estava chegando e o Raul se apressou em pagar a conta e ir
embora para não passar vergonha - contou Washington, às gargalhadas.
- Além de ter jogado meu clube de infância, consegui ir para a
Seleção Brasileira. Quando era criança, em Valença (BA), nunca pensei que
fosse conseguir fazer tudo isso - disse Washington.
O carinho dos torcedores do Fluminense, que até hoje fazem questão
de pará-los nas ruas para pedir fotos e autógrafos os faz ter a certeza de
que o Tricolor jamais acabará.
- Acabar? Nunca. O Fluminense é uma nação, tem uma torcida
maravilhosa. Os que vêm me falar de Flamengo ou Corinthians nunca jogaram no
Fluminense. Quem já pisou no Maracanã com a torcida tricolor presente não se
esquece jamais. Posso dizer com a maior sinceridade do mundo, é de arrepiar
- disse Assis, que vê no desenvolvimento do trabalho realizado em Xerém a
semente da imortalidade tricolor.
- Não adianta pagar uma fortuna por este ou aquele jogador, vai
acabar quebrando o clube. E não é só o Fluminense, o que não falta é exemplo
por aí. Isso sem falar nos salários. Se o cara é craque, tem mais é que
ganhar bem mesmo, quem sou eu para dizer o contrário. Mas tem jogador aí que
não merece receber um terço do que vem recebendo. Cada real investido na
molecada se transforma em dez no futuro - comentou.
O folclórico roupeiro Ximbica, que faleceu às vésperas da conquista
do Campeonato Estadual, também foi muito lembrado pelo Casal 20. O pedido
para que Assis jogasse a decisão de 84 com a mesma chuteira do Fla-Flu das
finais de 83, foi contada em detalhes por Washington.
- O problema do Assis é que ele é pão-duro. Em vez de comprar um
chuteira nova, comprou uma que não servia no Branco. Mas acabou dando sorte.
Ele jogou com ela em 83, e em 84, no vestiário, o Ximbica chegou para ele e
disse: "Assisão, vai com essa". O Assis disse para ficar para ele, de
recordação, porque estava muito gasta e ele jogaria com uma nova. Mas o
Ximbica insistiu: "Negão, vai com essa que eu sonhei que você vai fazer o
gol do título, rapaz". O Ximba insistiu tanto que o Assis não teve como
recusar - detalhou Washington.
- Vai que eu não jogo e a gente perde. Eu, hein!. Calcei a chuteira.
E não é que ele estava certo - emendou Assis, com os olhos marejados.
- O Ximbica era a pessoa mais querida naquele grupo. Nâo havia uma
pessoa que não gostasse dele. Até quando ele xingava um ou outro, todos
sabiam que ele fazia por amor ao clube - prosseguiu Washington.
A união e a amizade entre todos também foi destacada.
- Em 83, quando ninguém apostava na gente, fomos lá e pimba. Depois,
já não havia ninguém que falasse mais alto. O Fluminense entrava em campo e
todo mundo respeitava. No vestiário, antes das decisões, nunca passou pela
cabeça de ninguém sair derrotado. Respeitávamos os adversários, mas eles nos
respeitavam ainda mais - contou Washington, que não quis citar qual
adversário tinha mais prazer em vencer.
- A gente ganhava de quem viesse pela frente - riu. Não tinha
rivalidade entre os jogadores, isso era para a torcida. Me lembro de um
Fla-Flu em que fui relacionado para o antidoping junto com o Tato, o Leandro
(lateral do Flamengo) e mais um. Como o xixi não saia, pedimos para trazer
uma cerveja, que facilitaria as coisas. Isso era comum na época. Trouxeram
uma, duas, três e nada do xixi sair. Depois de mais de uma caixa, saímos do
Maracanã direto para a noitada, lá pelas duas da manhã. A gente fazia isso
mas se garantia dentro de campo - contou, sem conter o riso.
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Em meio às tradicionais piadas sobre quem pagaria a conta do almoço,
Assis não se fez de rogado e, confirmando a fama de pão-duro, levantou-se da
mesa dizendo que não desembolsaria um tostão, já que Washington e Romerito
haviam ficado ricos às custas de seus gols. Mas quem ficou com o ônus do
almoço?
Ônus? Se eu me lembro (e me lembro bem), quem ficava com o ônus
quando os dois jogavam juntos pelo Fluminense eram os adversários. A nós,
tricolores, só alegria.



 
ENTREVISTAS ANTERIORES:

Peter Siemsen - O ADVOGADO PETER SIEMSEN TEM 40 ANOS, É CASADO, PAI DE UM MENINO DE UM ANO E JÁ À ESPERA DO SEGUNDO FILHO. ADVOGADO DE RENOME, SÓCIO DO MAIOR E MAIS CONCEITUADO ESCRITÓRIO DE ADVOCACIA DO PAÍS COM ESPECIALIZAÇÃO EM PATENTES E PROPRIEDADE INTELECTUAL, MEIO-AMBIENTE E CONTENCIOSOS. PETER ADMINISTRA UM ESCRITÓRIO COM MAIS DE 700 FUNCIONÁRIOS, E SE PROPÕE A SALVAR O FLUMINENSE DO CAMINHO DA DESTRUIÇÃO, A QUE ESTÁ SENDO LEVADO POR SUCESSIVAS E DESASTROSAS ADMINISTRAÇÕES DESDE O FIM DA ERA MANOEL SCHWARTZ, EM 1985. ACREDITA AINDA NA UNIÃO DE TODAS AS OPOSIÇÕES, E BUSCA APOIO DE GRANDES TRICOLORES QUE ESTÃO AFASTADOS DO CLUBE, COM BASE EM SUA PRÓPRIA CREDIBILIDADE PESSOAL. O CANDIDATO PROPÕE A TRANSFORMAÇÃO DO FUTEBOL EM UMA EMPRESA, COM GESTÃO SEPARADA DO CLUBE SOCIAL E DOS ESPORTES OLÍMPICOS; PROMETE SANEAR AS FINANÇAS ARRUINADAS DO FLUMINENSE; PROMETE PARCERIAS E ATÉ MESMO A CONSTRUÇÃO DE UM ESTÁDIO MODERNO E FUNCIONAL; PROMETE GARANTIR O DIREITO DE VOTO A SÓCIOS QUE MORAM EM OUTRAS CIDADES; REVITALIZAR A SEDE SOCIAL; AUMENTAR O QUADRO DE SÓCIOS. ENFIM, TORNAR O FLUMINENSE, DE NOVO, A VANGUARDA DO ESPORTE BRASILEIRO, O MAIOR CLUBE DO BRASIL, QUE FOMOS ATÉ O FINAL DOS ANOS 60. COM VOCÊS, PETER SIEMSEN: - 22/08/2107
Paulo Mozart - O EMPRESÁRIO E EXECUTIVO PAULO MOZART, PELA SEGUNDA VEZ CONSECUTIVA, É CANDIDATO A PRESIDIR O FLUMINENSE FUTEBOL CLUBE, COM A PROPOSTA DE SANEAR FINANCEIRAMENTE E DEVOLVER A CREDIBILIDADE AO CLUBE DO CORAÇÃO. PAULO MOZART ESTÁ COM 60 ANOS, NASCEU EM XERÉM, QUANDO O PAI ERA EXECUTIVO DA FÁBRICA NACIONAL DE MOTORES, A FNM, FABRICANTE DO ANTIGO CAMINHÃO CHAMADO DE “FENEMÊ”. MOZART JÁ DIRIGIU EMPRESAS COMO A IBM E A GLOBO.COM. SUGERIMOS A LEITURA TAMBÉM DA ENTREVISTA CONCEDIDA À SEMPREFLU NO DIA 22 DE JULHO DE 2004, E QUE ESTÁ DISPONÍVEL NO LINK “ENTREVISTAS”, NO CANTO ESQUERDO DA PÁGINA INICIAL DA SEMPREFLU. O CANDIDATO É REALISTA EM SUAS PROPOSTAS, E SABE QUE EM APENAS TRÊS ANOS DE MANDATO NÃO SERÁ POSSÍVEL TRANSFORMAR O CLUBE NA POTÊNCIA QUE TODOS SONHAMOS. MAS CONSIDERA VIÁVEL DEIXAR ENCAMINHADO O PROJETO PARA REERGUER O CLUBE, E NÃO SÓ O FUTEBOL: ELE PRETENDE REVITALIZAR A SEDE SOCIAL E ATRAIR DE 12 A 15 MIL NOVOS SÓCIOS. COM A PALAVRA, PAULO MOZART: - 07/08/2007
Gustavo Marins - Candidato à Presidência do FLUMINENSE - A Sempreflu prossegue com a série de entrevistas com os candidatos à presidência do Fluminense. Desta vez, entrevistamos o quinto nome a se lançar ao desafio de levar o Fluminense ao lugar devido, o de potência do futebol brasileiro, condição que o clube perdeu ao longo dos últimos 20 anos, em um penoso processo de decadência. É Gustavo Marins, 53 anos, biólogo e pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz, com doutorado em Epidemiologia pela Universidade Federal do Paraná, casado e com dois filhos tricolores, Luísa, de 15 anos, e Guilherme, de nove. Gustavo é o autor do projeto do Centro Cultural do Fluminense, que inclui um museu com a história do clube na sede das Laranjeiras, projeto que já recebeu o certificado de mérito do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico (Inepac) pela concepção, mas que até hoje não foi executado. Gustavo Marins é também o mais empenhado em viabilizar o projeto de construção de um estádio, uma arena multiuso e um centro de treinamento para o Fluminense, em associação com o Grupo Espírito Santo. O estádio, a arena e o hotel, depois de 30 anos, seriam inteiramente de propriedade do clube - até lá, seriam propriedade do grupo investidor, com o pleno direito de uso pelo clube, que teria 15% do aluguel das lojas, das receitas do hotel, da arena multiuso e do estacionamento, e 100% dos direitos das placas de publicidade a serem afixadas no estádio. Gustavo Marins promete também o saneamento financeiro do clube, a modernização de Xerém, a manutenção de um time forte e competitivo e a formação de um candidato à presidência da Federação de Futebol do Rio de Janeiro que acabe com a Era Caixa d´Água já nas próximas eleições da Ferj. O candidato rejeita o rótulo de "candidato da situação", sob o argumento de que colaborou com a administração David Fischel em nome do clube, com projetos e idéias, mas nunca aceitou qualquer cargo e que sempre discordou dos métodos de gestão e do pensamento pequeno que marcaram a última etapa de mandato do atual presidente. Mas, vamos às propostas e idéias de Gustavo Marins: - 25/08/2004
Paulo Mozart - Candidato a presidência do FLU - A Sempreflu, com o objetivo de manter informados torcedores e sócios do Fluminense, continua com a série de entrevistas com os candidatos à presidência do clube na eleição de novembro próximo, quando poderão votar todos os que, na época, sejam sócios há um ano ou mais. Desta vez, o entrevistado é o mais recente candidato lançado, o experiente executivo Paulo Mozart Gama e Silva, de 57 anos, administrador de empresas e ex-diretor de potências como a IBM e a Globo.com. Mozart, que nasceu em Xerém (por incrível que pareça) em 1947, tem dois filhos e já tinha sido pré-candidato em 2000, quando se reelegeu o atual presidente, David Fischel. Na época, Paulo Mozart não conseguiu formar a chapa com 200 sócios, exigida pelo estatuto, dificuldade que ele garante já ter resolvido – ele informa que já tem mais de 200 sócios dispostos a formar chapa com ele. Tem também um plano diretor para o clube cujas linhas gerais já foram apresentadas em 1999, quando pela primeira vez tentou a candidatura. O plano visa devolver ao Flu a credibilidade perdida por anos de má administração e, num prazo de 10 a 15 anos, transformar o nosso clube novamente em uma potência futebolística e olímpica internacional. Mozart quer transferir todo o futebol do clube para Xerém, que seria totalmente modernizado e equipado por meio de convênios com universidades, clubes europeus e investidores. O velho estádio das Laranjeiras seria transformado em uma arena para shows e para jogos oficiais dos juvenis e juniores do clube. Ele quer ainda atrair mais 10 mil novos sócios para o clube, todas as famílias dos bairros da Glória, Catete, Laranjeiras, Cosme Velho, Botafogo, Flamengo e adjacências. “É um absurdo que tenhamos hoje menos de três mil sócios pagantes. Temos que trazer toda a classe média desses bairros para dentro do clube, como sócios, assim como os executivos que trabalham no Centro, em Botafogo, e que queiram fazer uma sauna, um almoço de negócios ou um happy-hour no clube, que hoje não tem como atender a essas necessidades”, diz Mozart. Vamos à entrevista, lembrando mais uma vez que a Sempreflu não apóia nenhuma candidatura, mas é um espaço aberto para que todos exponham democraticamente suas idéias, em nome do interesse do Fluminense: - 22/07/2004
Roberto Horcades - Candidato a presidência do Fluminense - O cardiologista Roberto Horcades Figueira, de 57 anos, é candidato da situação à presidência do Fluminense. Formado há 34 anos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Horcades é vice-presidente médico do clube desde a primeira posse de Davi Fischel. É pós-graduado em Oxford, na Inglaterra, foi diretor do Hospital de Cardiologia das Laranjeiras durante 10 anos, representante do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro durante a gestão do ministro Adib Jatene (governo FHC), coordenador do SUS no Rio de Janeiro e diretor do Pró-Cardíaco. Dois nomes já estão escolhidos para sua diretoria, caso seja eleito: Júlio Domingues, um dos fundadores da antiga Vanguarda Tricolor, e o atual presidente, David Fischel, como vice-presidente de Finanças. Roberto Horcades foi nadador e tenista pelo Fluminense. "Vou para o sacrifício, porque os três primeiros nomes indicados pela atual diretoria não puderam ou não aceitaram disputar a eleição. Mas estou preparado e tenho um grande grupo de amigos e clientes, advogados e economistas, que vão me ajudar a resolver problemas que persistem, como a dívida e a necessidade de um estádio e um centro de treinamento", diz Horcades. Ele garante que a sede das Laranjeiras irá se tornar um "museu do futebol e da história do clube", e que o Fluminense já tem engatilhado o projeto de construção de um estádio moderno. Garante ainda uma surpresa para aumentar o patrimônio físico do clube e transferir o futebol das Laranjeiras. O doutor Roberto Horcades garante também que seu principal trunfo são as amizades com tricolores influentes e poderosos, todos seus clientes, e que participarão, em regime de mutirão, de um grande projeto para impulsionar o clube. Como sempre, a Sempreflu não emite juízo sobre o candidato e suas idéias. Apenas expõe o que foi dito para o julgamento dos torcedores e dos sócios. Vamos à entrevista: - 09/06/2004
Entrevista com Augusto Ramos, candidato a presidência do Fluminense - O economista e consultor Augusto Ramos, carioca, 61 anos, casado, dois filhos nascidos e vivendo na Suécia, apresenta hoje sua candidatura à presidência do Fluminense para as eleições de novembro deste ano. Augusto viveu na Suécia de 1971 a 1998. Foi para lá exilado pela ditadura militar aos 29 anos. Formou-se em Economia e depois foi professor da Universidade de Lund, na Suécia, onde ainda vivem seus filhos Márcio e Augusto, participantes eventuais do Fala Tricolor, da Sempreflu. Voltou em 1998 porque, segundo ele, não resistiu à agonia de ver o clube na terceira divisão. Montou uma empresa de consultoria econômica para empresas escandinavas no Brasil, a Image Diction. O lançamento da candidatura vai ser no Centro Empresarial Botafogo, na Praia de Botafogo, perto da Fundação Getúlio Vargas. Ele vai apresentar seu programa de gestão para o Flu, com ênfase na construção de uma arena multiuso(Foto) no Recreio dos Bandeirantes e na transformação do Vale das Laranjeiras, em Xerém, em um centro internacional de pesquisas esportivas, fisiológicas e de ação social. É a segunda candidatura lançada para as próximas eleições. A primeira foi a do presidente da Bolsa de Gêneros Alimentícios e ex-membro do Triunvirato Tricolor, José de Souza, a quem entrevistamos no ano passado. A Sempreflu repete o que disse na ocasião: não apóia nenhuma candidatura, e todas as afirmações do entrevistado são de inteira responsabilidade dele. Nosso compromisso com os tricolores é dar aqui espaço igual para todos os que se apresentem como candidatos a dirigir o Flu, para que apresentem suas idéias e planos de gestão. Com vocês, Augusto Ramos: - 22/03/2004
Entrevista com José de Souza, Candidato a presidência do Fluminense. - A Sempre Flu não tem compromisso com qualquer candidatura ou grupo político do Fluminense. Nosso compromisso é exclusivamente com um Fluminense forte e vencedor, como era a tradição do nosso clube, e com a nossa torcida. Como defendemos a associação em massa dos torcedores ao clube, acreditamos que todo tricolor que tiver chance ou poder aquisitivo deve se tornar sócio, queremos também esclarecer e debater idéias. Respeitamos também o direito de quem não quer se associar, de quem prefere limitar-se a ser um torcedor de arquibancada e até apenas de televisão ou rádio. Mas como achamos que o Fluminense tem que ser rediscutido, debatido, estamos abrindo espaço para TODOS os candidatos que se lançarem à presidência do clube. A intenção é informar nossos amigos da Sempre Flu. Repetimos: não apoiamos nenhum candidato. A série começa com o primeiro candidato a se lançar formalmente, o empresário atacadista de alimentos José de Souza, presidente da Bolsa de Gêneros Alimentícios do Rio de Janeiro. Ele se apresenta como o candidato dos ex-presidentes Silvio Kelly dos Santos e Sylvio Vasconcellos, além de João Havelange. Mas garante que planeja um futebol forte, com a contratação de Leão ou Vanderlei Luxemburgo no primeiro ano de mandato. Garante ainda ter a fórmula para sanear as finanças do clube e construir uma arena multiuso onde hoje existe o campo de futebol, com cinco mil lugares, além de um prédio de 18 andares, com quadras de tênis, piscinas aquecidas, shopping, lojas, estacionamento, hotel e restaurante panorâmico. A sede histórica seria preservada, pela beleza e por exigência legal. José de Souza garante que: “se o Fluminense for rebaixado, o presidente David Fischel não emplaca o ano de 2004 como presidente. Ele cai junto com o clube". - 25/09/2003
Robertinho - Foram mais de duas horas. Um longo e agradável papo em sua aconchegante residência, na Barra da Tijuca. Ele e sua família me receberam muito bem. Fizeram questão, inclusive, de me servir algo para beber. Durante a entrevista, o nosso ex-técnico Robertinho mostrou ter qualidades humanas, às vezes raras em sua profissão, tais como ética, sinceridade e transparência. Ele sabe que ainda tem uma longa trajetória como treinador. Robertinho já recebeu propostas de times da Série A, B e até do exterior, devendo estar num novo clube em breve, mas seu grande sonho é voltar para o Fluminense, seu clube de coração, um dia. Leia a seguir a entrevista que foi feita, de acordo com o entrevistado, exclusivamente para a Sempre Flu. - 03/09/2002
Ézio - Daniel Cohen - 27/02/2002
Roni - 13/09/1999
David Fischel - A Sempre Flu agradece ao Presidente David Fischel por nos conceder esta entrevista. - 23/06/1999
Samarone - 01/01/1998
 
  


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