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Somos Zebra Hoje. Mas Zebras Vencem, Por Isso São Zebras. (31/10/2018)

O Fluminense é zebra contra o Nacional. Mas a nossa camisa pesa e faz surpresas, mesmo com quatro meses de salários atrasados (sim, direitos de imagem também são salários, aliás a maior parte). Vou ver o jogo sem nenhuma expectativa, sem sofrer.

Tenho certeza de que esses jogadores vão tentar fazer o melhor que podem. Sabem que um título internacional dá boa visibilidade e currículo, além de um prêmio em dinheiro bem-vindo para quem não recebe salários.

Para quem ainda duvida da grandeza do Fluminense, a prova será a presença vibrante dos amigos fluruguaios, liderados pelo Daniel Macri e pelo Francisco Legnani, que sofrem e comemoram conosco há mais de 20 anos, um orgulho! Por eles, em nome deles, espero que nosso time nos faça hoje a todos uma bela surpresa.

Sobre o jogo do time sub-17, continuam dando uma ótima impressão, ganharam do Curintcha com folga, lá dentro da tal Fazendinha, à beira da Marginal do Tietê. Mas há alguns sintomas de máscara que precisam ser observados pelo técnico Eduardo Oliveira.

Não acontece com todos os jogadores, mas os mais badalados (e bajulados) já estão se sentindo craques. E é muito cedo para isso. Fizemos o 2 a 0 com enorme facilidade, mas o time parou de jogar. E tomou calor do aguerrido e forte fisicamente time do Curintcha.

Eu apostaria em vários desses jogadores. Mas é preciso cuidado e paciência com eles. Não entendi por que o canhotinho Yago, que tem uma técnica espetacular, não entrou em campo, mesmo com o Flu encurralado no segundo tempo. Talvez seja muito jovem ainda. O fato é que arrebentou no primeiro tempo de Flu 6 x 0 Cruzeiro.

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