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Indignação Sim, Mas Sem Violência (05/02/2018)

Serão 14 dias de treinamento, uma pré-temporada que pode ajudar bastante a dar um formato ao time, desde que venham alguns reforços minimamente qualificados. Precisamos de um lateral direito, dois meio-campistas de bom nível e dois atacantes.

Não sei se dá para trazer. Ou melhor, eu sei que vão trazer, mas tenho medo do que vai chegar. Sem dinheiro, sem imaginação, na base do improviso, boa coisa não deve ser. O Nico Lopez é um nome razoável. Está longe de ser craque, mas tem raça e vontade de ganhar.

Mas Rafael Vaz, Rafael Marques e outros nomes que têm aparecido, nem pensar. Embora, para mim, esteja claro que são apenas plantações de empresários, típicas deste período nebuloso de começo de ano.

Serão 14 dias sem sofrimento, mas aguados, tristes, inodoros e incolores, com aquela calmaria que lembra os cemitérios, evitando acompanhar futebol brasileiro pela televisão e preparando o espírito para um ano terrível e que pode trazer de volta grandes decepções.

E gostaria de fazer um apelo aos tricolores: a insatisfação com o péssimo trabalho da diretoria não deve nos levar a atos violentos contra pessoas, muito menos constrangimentos como números de telefones privados em redes sociais. As famílias não têm nada com isso. Somos civilizados, a violência não é a marca da nossa torcida.

Nossa indignação deve se limitar às vaias e xingamentos durante os jogos do Fluminense e às críticas nas redes sociais e até mesmo dentro do clube, mas sem violência, repito.

Sobre o futebol jogado em campo, é triste ver a fartura dos bancos de reservas de Parmêra e Santos, que fizeram no domingo um jogo chatíssimo e com muita palhaçada dos jogadores, muita simulação de faltas e reclamações descabidas.

Daqueles reservas, muitos seriam titulares em nosso pobre Fluminense de hoje.

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