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Jornalistas Ou Palhaços? (03/12/2016)

Quatro das seis figuras que aparecem na foto merecem todo o meu respeito. São ou foram profissionais da comédia, de fato. São artistas que fazem ou fizeram a alegria de tantas crianças de diferentes gerações, através da mais pura arte. Podem ser caricatos, podem ser desengonçados, podem se vestir de uma forma engraçada, mas são sinceros dentro de sua arte. Fazem rir porque esse é, de fato, seu talento.

Peço até que os próprios ou as famílias de Carequinha, Arrelia, Bozo, Patati & Patatá e tantos outros até me perdoem por eu estar incluindo-os no mesmo texto que duas figuras tão grotescas quanto Milton Neves e Flávio Prado. Esses dois são diferentes. Em comum com os palhaços profissionais eles têm apenas a intenção de ser engraçados. Mas fica na intenção. Nem para isso eles têm competência. Não são engraçados e também não são jornalistas, exceto se considerarmos a lata de lixo do jornalismo brasileiro, o jornalismo marrom, apelativo e sem conteúdo.

Esses dois pseudojornalistas, caricatos, bobos alegres, têm em comum, além de não conseguirem espaço em órgãos de ponta da comunicação brasileira, por motivos óbvios, o comportamento de denegrir a imagem da instituição Fluminense Football Club, único clube de futebol do mundo angariado com a Taça Olímpica e berço da seleção brasileira. Não adianta argumentar que os fatos os desmentem, pois eles o fazem apenas por diversão. Estão se lixando para os fatos. Querem poder manter o prazer de destilar seu ódio, desrespeitando milhões de torcedores.

Mas são covardes. Escolheram um clube cuja torcida está distante de sua região. Será que fariam isso se morassem no Rio? Duvido muito. Não se atrevem a incomodar corintianos, por exemplo. A torcida do Corinthians assassinou um garoto na Bolívia e agrediu policiais no Maracanã, mas esses dois jornalistas-lixo mantêm respeito reverente e apavorado pelo time de maior torcida de seu estado. Covardes!

Não esperamos que esses dois mudem de comportamento. Já estão velhos e ultrapassados, mas têm espaço em órgãos que preferem programação menos qualificada. A atitude que pedimos é da direção do nosso clube.

O Fluminense passou muitos anos frustrando sua torcida em virtude do silêncio diante de ofensas de órgãos de imprensa. Está na hora de acabar com isso. Pedimos defesa institucional. Pedimos tolerância zero para jornalistas que desrespeitem nossa marca. E quando falo em defesa institucional, não me refiro apenas a notas oficiais. Notas oficiais têm sua importância, mas no caso de jornalistas-palhaços, isso até os agrada. Aumenta um pouco sua baixa notoriedade. É preciso que eles sintam no bolso. O Fluminense precisa ter um protocolo de ações efetivas contra esses caluniadores. Processo judicial, ofícios de repúdio para a alta direção de seus órgãos e exigência de resposta e/ou retratação.

Presidente Pedro Abad, contamos com você para virarmos definitivamente essa página de silêncio institucional diante das difamações. Tolerância zero! Já!

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