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A Alternativa Abad (09/05/2016)

Em primeiro lugar, devo pedir desculpas aos leitores deste espaço por meu sumiço. De fato, fiquei longo período sem escrever e com isso alguns leitores que tinham o hábito de ler meus textos – para minha honra – acabaram perdendo-o. Juro que vou tentar ser mais frequente.

Os motivos não foram totalmente injustos. Estive por muito tempo envolvido com a conclusão, impressão, publicação e lançamentos (São Paulo e Rio) de meu primeiro livro: Escorpião. Trata-se de um romance de ficção passado em uma favela de Niterói. O protagonista é tricolor, embora eu tenha tentado não deixar a história intragável para os demais torcedores. O mote é a rivalidade dele com o filho do manda-chuva do tráfico de drogas local que, para apimentar a história, acredita ser pai de ambos.

Se alguém se interessar por adquirir o livro, ele está a venda no site da Livraria Cultura. Incluir na pesquisa "Escorpião" e "Casôba". Na verdade a primeira remessa estava esgotada, mas em breve deverão fazer a reposição.

Bem, voltando ao Fluminense, meu assunto hoje é política. Como os que me acompanham sabem, nunca fui neutro na política do Fluminense, embora me mantenha assim, publicamente, com relação à política nacional. Sou um dos fundadores - honra enorme, sem falsa modéstia - do grupo Flusócio e ele será o tema de meu segundo livro, se tudo correr como planejo. A Flusócio acertou e errou, mas sempre, nesses treze anos, brigou por um Fluminense forte e profissional e foi, sem sombra de dúvidas, a principal responsável pela associação em massa de torcedores ao clube desde 2007 e principalmente após a aprovação da categoria sócio-futebol, que teve nosso grupo como seu principal incentivador. São treze anos de muitos bons serviços prestados ao Fluminense, coisa que estou tentando colocar no papel sem esquecer os erros que, sim, também houve.

O grande problema da Flusócio, paradoxalmente, é também um dos seus trunfos. A Flusócio sempre foi constituída por trabalhadores. Nada a ver com o tratamento demagógico que essa palavra recebe na política nacional, mas referindo-me a profissionais de diversas áreas que não querem o Fluminense como meio de vida e sim como uma fonte de alegrias no esporte. E que elas sejam frequentes. A Flusócio nasceu em função disso, do desejo de que nossa paixão sobrevivesse, quando chegou a parecer que ela morreria, ao menos como uma instituição vitoriosa. Por essas características, a Flusócio nunca antes teve um candidato próprio. Sempre apoiamos alguém em quem confiávamos e que tivesse disponibilidade para o Fluminense. Mas agora chegou a hora de o grupo finalmente ter um candidato com DNA inteiramente Flusócio.

Em 2007 escrevi aqui neste espaço o artigo “A Alternativa Peter”. A intenção era idêntica à de agora: tentar trazer para o grande público tricolor alguma informação sobre uma pessoa que, como Peter naquela época, é desconhecida da grande massa tricolor.

Pedro Abad, embora discreto em suas manifestações públicas e privadas, participou ativamente de grandes conquistas da administração atual, notadamente na equalização das dívidas do clube que, para mim, será o maior legado da atual gestão.

Meu intuito, como em 2007 e 2010, com Peter, não é pedir votos para Abad. É propor que o conheçam. Conhecendo-o, decidam seu voto como acharem melhor. Vários eventos serão programados no Rio, Niterói, São Paulo e Brasília com a participação do nosso candidato.

Por enquanto, convido-os a ler o post “Habemus candidato”, no blog do grupo.

http://www.flusocio.com.br/habemus-candidato/

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